quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Dimensões, Tempo e Velocidade: uma reflexão sobre a realidade


Dimensões, Tempo e Velocidade: uma reflexão sobre a realidade

Quando falamos em dimensões, é comum imaginá-las como lugares separados, quase como mundos diferentes. Mas essa imagem, embora popular, não corresponde nem à matemática nem à física moderna. As dimensões não vivem separadas umas das outras — elas são formas diferentes de descrever a mesma realidade.

A primeira dimensão não existe sem a segunda. A segunda não existe sem a terceira. A terceira não abandona as anteriores. Elas se contêm, se sobrepõem e se integram. Um objeto tridimensional carrega em si comprimento, largura e altura ao mesmo tempo. Não há separação, apenas níveis de descrição.

A chamada quarta dimensão costuma ser identificada com o tempo. Porém, o tempo não atua de maneira uniforme em toda a realidade. A física já demonstrou que o tempo depende da velocidade e da gravidade. Relógios em movimento acelerado passam mais devagar. Relógios em campos gravitacionais intensos também se comportam de forma diferente. O tempo, portanto, não é absoluto.

Isso nos leva a uma ideia importante: talvez o tempo não seja a estrutura fundamental da realidade, mas uma consequência. A velocidade, especialmente a velocidade da luz, parece ocupar esse papel central. Todo o espaço e todo o tempo se ajustam para preservar essa velocidade máxima. Na relatividade, o tempo se molda à velocidade — não o contrário.

Em situações extremas, essa relação fica ainda mais clara. Para algo que se deslocasse à velocidade da luz, o tempo simplesmente deixaria de passar. O fóton não experimenta passado nem futuro. Do seu ponto de vista, emissão e absorção acontecem no mesmo instante. Isso sugere que há níveis da realidade onde o tempo perde sentido, enquanto a dinâmica — a velocidade — permanece.

Quando entramos no mundo microscópico, como o dos elétrons, a estranheza aumenta. Os elétrons não vivem em outra dimensão, mas também não se comportam como objetos clássicos. Eles existem como probabilidades, como possibilidades, até serem observados. Isso dá a sensação de que pertencem a um nível mais profundo da realidade, onde espaço e tempo não funcionam como na experiência cotidiana.

Dizer que elétrons habitam uma “quarta dimensão luminosa” não é correto no sentido científico literal, mas pode ser compreendido como metáfora filosófica: uma tentativa de nomear um domínio da realidade que não é acessível aos sentidos comuns e que exige outra linguagem para ser pensado.

Assim, talvez seja mais preciso dizer que:

as dimensões não são mundos separados;

o tempo não atua de forma universal;

a velocidade é um elemento estrutural da realidade;

e o que chamamos de “dimensões superiores” pode ser entendido como níveis de percepção e descrição, não como lugares ocultos.

Essa visão não nega a ciência, nem a transforma em misticismo. Ela apenas reconhece que a realidade é mais profunda do que nossas intuições diárias permitem perceber. Entre matemática, física e reflexão filosófica, surge um ponto de encontro: a realidade é contínua, integrada e relacional.

Talvez não vivamos em dimensões separadas, mas em uma única realidade vista por ângulos diferentes — e compreender isso já é, por si só, uma forma de expansão da consciência.

Jorge Lins, em diálogo com o tempo e a realidade

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Bicicleta Aro 26 Executiva Athor é boa? Preço, vantagens e onde comprar

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A Bicicleta Aro 26 Executiva Athor com Barra Circular é ideal para quem busca conforto, praticidade e visual clássico. Indicada para adultos masculino e feminino, ela é perfeita para passeios, ir ao trabalho ou uso diário na cidade.

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Como plantar espinafre no vaso passo a passo

 


Como plantar espinafre no vaso passo a passo

Plantar espinafre no vaso é fácil, barato e ideal para quem tem pouco espaço. Ele cresce rápido, não exige muitos cuidados e pode ser colhido várias vezes só tirando as folhas.

🌱 Escolha do vaso

Use um vaso com mínimo de 20 cm de profundidade

Precisa ter furos no fundo para não acumular água

Pode ser vaso plástico, de barro ou até balde reaproveitado

🌿 Prepare a terra

O espinafre gosta de terra fofa e nutritiva:

2 partes de terra comum

1 parte de húmus de minhoca ou composto orgânico

Se tiver, um pouco de areia ajuda na drenagem

Misture tudo antes de plantar.

🌱 Plantio das sementes

Faça pequenos furos de 1 cm de profundidade

Coloque 2 ou 3 sementes em cada furo

Cubra levemente com terra

Regue com cuidado, sem encharcar

☀️ Luz e local ideal

O espinafre gosta de sol fraco ou meia-sombra

Pode pegar sol da manhã

Evite sol forte o dia todo, pois pode queimar as folhas

💧 Rega

Regue todos os dias ou quando a terra estiver seca

A terra deve ficar úmida, nunca encharcada

✂️ Colheita correta

A colheita começa em 30 a 40 dias

Retire somente as folhas maiores, cortando com tesoura

Não arranque o pé inteiro

Assim a planta continua produzindo por semanas

🌿 Dica extra

Se quiser espinafre sempre fresco, plante novas sementes a cada 15 dias em outro vaso. Assim você tem colheita contínua.

👉 Plantar espinafre no vaso é uma ótima opção para quem quer comida fresca em casa, mesmo em apartamento ou quintal pequeno.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Os Seriados de Robô Gigante: Uma Nostalgia Atômica

 Claro! Eis um texto curto sobre esses seriados antigos de robô gigante:


Os Seriados de Robô Gigante: Uma Nostalgia Atômica


Nos anos 70 e 80, a TV brasileira foi invadida por uma leva de seriados japoneses que definiram a infância de uma geração: os tokusatsus de robôs gigantes. Eram histórias simples, porém cativantes.


O enredo era quase um ritual: uma ameaça alienígena ou maligna (geralmente um monstro espalhafatoso) atacava a Terra toda semana. Para combatê-la, um grupo de jovens heróis, sempre com uniformes coloridos, pilotava um robô colossal, que era convocado a partir de um grito de comando ou um relógio especial.


A emoção estava na sequência de transformação: as naves ou veículos se uniam, peça por peça, ao som de um jingle épico, formando o gigante de metal. O combate final, travado em cenários de montanhas de isopor e cidades em miniatura, era puro espetáculo de efeitos práticos.


Mais do que as batalhas, esses seriados, como Jaspion, Changeman ou Jiraya, falavam de coragem, amizade e proteção do planeta. Eram aventuras semanais que, com sua fórmula repetida mas cheia de coração, garantiam diversão e um senso heroico inesquecível. Uma nostalgia de uma era mais analógica, onde salvar o mundo era uma missão de sábado ou domingo, após o almoço.













domingo, 21 de dezembro de 2025

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, cassou a decisão da Justiça do Trabalho que obrigava o SBT a pagar R$ 8 milhões à jornalista Rachel Sheherazade


 O ministro Alexandre de Moraes, do STF, cassou a decisão da Justiça do Trabalho que obrigava o SBT a pagar R$ 8 milhões à jornalista Rachel Sheherazade e, no mesmo ato, julgou improcedente a ação trabalhista movida por ela. Com isso, as condenações anteriores foram extintas.


A jornalista foi demitida do SBT no fim de 2020 e entrou com o processo em 2021. Inicialmente, pediu R$ 20 milhões, valor que acabou fixado em R$ 8 milhões ao longo da tramitação.


Na ação, alegou que, embora contratada como PJ, teria relação de emprego e, portanto, direito a verbas como 13°, férias e outros benefícios trabalhistas.


Ao derrubar a condenação, Moraes sustentou que o caso nã poderia ignorar os precedentes do próprio STF que reconhecem a licitude de formas de contratação fora do regime da CLT, incluindo a prestação de serviços via pessoa jurídica.


Em 2024, a 1ª Turma do STF manteve a decisão monocrática de Moraes e reafirmou que não havia vínculo de emprego entre Sheherazade e o SBT; houve voto divergente (Flávio Dino), que defendeu que o Judiciário não fica impedido de reconhecer abusos ou desvirtuamentos em contratações.


Por que isso voltou a repercutir agora


O tema voltou a circular com força após o lançamento do SBT News, evento no qual Moraes foi convidado, subiu ao palco e discursou horas depois de ser retirado da lista de sancionados dos EUA (Lei Magnitsky) - episódio que ele próprio comentou publicamente na cerimônia.


É justamente aí que entra a leitura política: para críticos, a imagem de um ministro que toma decisões com impacto direto sobre a emissora e, anos depois, aparece como figura central no palco do grupo que reforça a sensação de proximidade institucional - um roteiro que, inevitavelmente, alimenta a interpretação popular de que, nos bastidores do poder, "uma mão lava a outro"


📷 Reprodução 

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segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

Protesto contra a anistia mobilizam milhares no Rio e em São Paulo


 Pois bem, vamos ao que interessa. Ontem, domingo 14, a porra da Paulista ficou abarrotada. A PM veio com o papo de 50 mil, mas quem tava lá, organizando o rojão, falou em 150 mil. Na real, pelas imagens de drone, foi um mar de gente pra caralho – sem dúvida a maior manifestação política do ano em São Paulo, com dezenas de milhares de gente puta da cara.


No Rio, a história foi em Copacabana. A polícia tentou baixar o número pra 20 mil, mas os manifestantes garantiram que eram 50 mil. Fato é que a praia, na altura do Posto 5, ficou cheia pra cacete também. Teve gente pra caramba, milhares mesmo, mas numa escala menor que a de São Paulo.


No fim do dia, o que conta é que a pauta contra a anistia mobilou uma galera expressiva pra porra nas duas maiores cidades do país. Os números exatos? Nunca vão bater. Mas a mensagem de insatisfação, essa ficou clara e forte pra quem quis ver.


Observação crucial: Em eventos assim, as discrepâncias são a regra. A visão mais equilibrada é considerar que foram manifestações massivas e de grande impacto visual, com São Paulo reunindo uma multidão claramente maior. Para números oficiais, é preciso esperar laudos mais detalhados, se forem divulgados.