sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Os Seriados de Robô Gigante: Uma Nostalgia Atômica

 Claro! Eis um texto curto sobre esses seriados antigos de robô gigante:


Os Seriados de Robô Gigante: Uma Nostalgia Atômica


Nos anos 70 e 80, a TV brasileira foi invadida por uma leva de seriados japoneses que definiram a infância de uma geração: os tokusatsus de robôs gigantes. Eram histórias simples, porém cativantes.


O enredo era quase um ritual: uma ameaça alienígena ou maligna (geralmente um monstro espalhafatoso) atacava a Terra toda semana. Para combatê-la, um grupo de jovens heróis, sempre com uniformes coloridos, pilotava um robô colossal, que era convocado a partir de um grito de comando ou um relógio especial.


A emoção estava na sequência de transformação: as naves ou veículos se uniam, peça por peça, ao som de um jingle épico, formando o gigante de metal. O combate final, travado em cenários de montanhas de isopor e cidades em miniatura, era puro espetáculo de efeitos práticos.


Mais do que as batalhas, esses seriados, como Jaspion, Changeman ou Jiraya, falavam de coragem, amizade e proteção do planeta. Eram aventuras semanais que, com sua fórmula repetida mas cheia de coração, garantiam diversão e um senso heroico inesquecível. Uma nostalgia de uma era mais analógica, onde salvar o mundo era uma missão de sábado ou domingo, após o almoço.













domingo, 21 de dezembro de 2025

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, cassou a decisão da Justiça do Trabalho que obrigava o SBT a pagar R$ 8 milhões à jornalista Rachel Sheherazade


 O ministro Alexandre de Moraes, do STF, cassou a decisão da Justiça do Trabalho que obrigava o SBT a pagar R$ 8 milhões à jornalista Rachel Sheherazade e, no mesmo ato, julgou improcedente a ação trabalhista movida por ela. Com isso, as condenações anteriores foram extintas.


A jornalista foi demitida do SBT no fim de 2020 e entrou com o processo em 2021. Inicialmente, pediu R$ 20 milhões, valor que acabou fixado em R$ 8 milhões ao longo da tramitação.


Na ação, alegou que, embora contratada como PJ, teria relação de emprego e, portanto, direito a verbas como 13°, férias e outros benefícios trabalhistas.


Ao derrubar a condenação, Moraes sustentou que o caso nã poderia ignorar os precedentes do próprio STF que reconhecem a licitude de formas de contratação fora do regime da CLT, incluindo a prestação de serviços via pessoa jurídica.


Em 2024, a 1ª Turma do STF manteve a decisão monocrática de Moraes e reafirmou que não havia vínculo de emprego entre Sheherazade e o SBT; houve voto divergente (Flávio Dino), que defendeu que o Judiciário não fica impedido de reconhecer abusos ou desvirtuamentos em contratações.


Por que isso voltou a repercutir agora


O tema voltou a circular com força após o lançamento do SBT News, evento no qual Moraes foi convidado, subiu ao palco e discursou horas depois de ser retirado da lista de sancionados dos EUA (Lei Magnitsky) - episódio que ele próprio comentou publicamente na cerimônia.


É justamente aí que entra a leitura política: para críticos, a imagem de um ministro que toma decisões com impacto direto sobre a emissora e, anos depois, aparece como figura central no palco do grupo que reforça a sensação de proximidade institucional - um roteiro que, inevitavelmente, alimenta a interpretação popular de que, nos bastidores do poder, "uma mão lava a outro"


📷 Reprodução 

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segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

Protesto contra a anistia mobilizam milhares no Rio e em São Paulo


 Pois bem, vamos ao que interessa. Ontem, domingo 14, a porra da Paulista ficou abarrotada. A PM veio com o papo de 50 mil, mas quem tava lá, organizando o rojão, falou em 150 mil. Na real, pelas imagens de drone, foi um mar de gente pra caralho – sem dúvida a maior manifestação política do ano em São Paulo, com dezenas de milhares de gente puta da cara.


No Rio, a história foi em Copacabana. A polícia tentou baixar o número pra 20 mil, mas os manifestantes garantiram que eram 50 mil. Fato é que a praia, na altura do Posto 5, ficou cheia pra cacete também. Teve gente pra caramba, milhares mesmo, mas numa escala menor que a de São Paulo.


No fim do dia, o que conta é que a pauta contra a anistia mobilou uma galera expressiva pra porra nas duas maiores cidades do país. Os números exatos? Nunca vão bater. Mas a mensagem de insatisfação, essa ficou clara e forte pra quem quis ver.


Observação crucial: Em eventos assim, as discrepâncias são a regra. A visão mais equilibrada é considerar que foram manifestações massivas e de grande impacto visual, com São Paulo reunindo uma multidão claramente maior. Para números oficiais, é preciso esperar laudos mais detalhados, se forem divulgados.


sábado, 13 de dezembro de 2025

Na Encosta da Incerteza: Os Riscos que Desafiam a Penha




  As áreas de morro e risco na Penha são um dos problemas mais graves e estruturais do bairro, com implicações diretas na segurança, saúde e qualidade de vida dos moradores.


Vamos detalhar esse tema, identificando as áreas, os riscos específicos e os desafios.


📍 Principais Áreas de Morro e Risco na Penha:


1. Favela do Rio (ou Vila Rio): Localizada às margens do Córrego Tiquatira, próxima à Avenida Governador Carvalho Pinto. É a área de risco mais emblemática e crítica do distrito. O risco aqui é duplo:

   · Inundações e Alagamentos: O córrego transborda com facilidade em chuvas fortes, invadindo as moradias.

   · Deslizamentos: As encostas próximas ao curso d'água são instáveis.

2. Jova Rural (Jardim Jova Rural): Um dos bairros dentro do distrito da Penha, conhecido por ser uma extensa área de morro com vielas estreitas e inclinadas. É uma região com muitas habitações em áreas de encosta, sujeitas a deslizamentos.

3. Parada XV de Novembro (e arredores): Região próxima à divisa com São Miguel Paulista, que também apresenta comunidades em encostas.

4. Áreas ao longo da Linha Férrea (Linha 12-Safira da CPTM): Muitas ocupações se estabelecerem em terrenos íngremes próximos à linha do trem, criando risco tanto para os moradores (deslizamento) quanto para a operação ferroviária.

5. Encostas do Parque Tiquatira: Mesmo ao redor do principal parque linear, há ocupações em áreas de preservação permanente e encostas.


⚠️ Riscos Principais e Consequências:


· Deslizamentos de Terra: O principal risco geológico. Ocorrem principalmente em encostas íngremes com solo instável, desmatadas e com alta densidade de construções. As chuvas de verão são o grande gatilho.

· Inundações e Enxurradas: As construções nas partes baixas, próximas a córregos canalizados ou não, sofrem com alagamentos rápidos e violentos.

· Queda de Barreiras e Rolamento de Pedras: Em cortes de morro para abertura de ruas ou onde há taludes não contidos.

· Queda de Árvores: Em encostas instáveis, a raiz das árvores pode perder a fixação, causando quedas que atingem casas e redes de energia.

· Problemas de Saúde: Umidade constante, contato com água contaminada de enchentes e proliferação de mosquitos (dengue) são consequências diretas.

· Isolamento: Em dias de temporal, muitas comunidades ficam completamente isoladas, com acesso cortado por deslizamentos ou alagamentos, dificultando a entrada de socorro.


🏛️ Desafios e Ações do Poder Público:


As soluções são complexas e caras, e enfrentam os seguintes desafios:


1. Reassentamento (Remoção e Realocação):

   · A Prefeitura de São Paulo, através da Secretaria Municipal de Habitação (SEHAB) e da COGEP (Coordenação de Gestão de Projetos), tem programas para remover famílias de áreas de alto risco e realocá-las em conjuntos habitacionais como o Programa Pró-Moradia ou no CDHU.

   · Desafio: O processo é lento, há resistência de moradores (vínculo com o local, medo de ir para regiões distantes) e falta de unidades habitacionais suficientes próximas ao bairro de origem.

2. Obras de Contenção e Drenagem:

   · Construção de muros de arrimo, canalização de córregos e sistemas de drenagem profunda.

   · Desafio: São obras de alto custo e complexidade técnica em áreas já densamente ocupadas. Muitas vezes, são paliativas e não resolvem o problema na raiz.

3. Monitoramento e Alerta:

   · O CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) da prefeitura monitora as chuvas e emite alertas para áreas de risco. A Defesa Civil atua em situações de emergência.

   · Desafio: O aviso nem sempre chega a tempo a todos, e muitas famílias, por falta de opção, optam por não sair de casa mesmo sob alerta.

4. Urbanização de Favelas:

   · Projetos que visam regularizar a infraestrutura (água, esgoto, escadarias, iluminação) e conter encostas, mantendo a comunidade no local.

   · Desafio: Requer acordo com a comunidade, financiamento contínuo e é difícil de executar em áreas de risco muito elevado.


📰 Onde Isso Aparece nas Notícias:


· Periódicamente: Sempre que há temporais fortes na capital, a Penha (especialmente a Favela do Rio) é um dos primeiros locais a aparecer nos noticiários, com imagens de casas inundadas, deslizamentos e a Defesa Civil em ação.

· Política Local: É um tema central nas reivindicações de associações de moradores e nas promessas de campanha de vereadores e do prefeito regional.

· Denúncias: Reportagens frequentemente denunciam a morosidade dos programas de reassentamento e as más condições de moradia.


Conclusão: As áreas de morro e risco na Penha são a face mais visível da desigualdade urbana e da falta de planejamento habitacional em São Paulo. É um problema que combina:


· Fatores naturais (relevo acidentado).

· Fatores sociais (falta de opção de moradia digna).

· Fatores políticos (falta de políticas públicas eficazes e permanentes).


Resolver isso vai muito além de obras pontuais. Exige um plano integrado de habitação, urbanização e proteção ambiental para o distrito, com participação ativa dos moradores afetados. Enquanto isso não acontece de forma estrutural, as comunidades seguem vivendo em situação de vulnerabilidade constante, especialmente entre os meses de dezembro e março.

Crítica à Privatização da SABESP e aos Aumentos nas Contas de Luz




 Crítica à Privatização da SABESP e aos Aumentos nas Contas de Luz


A recente decisão de privatizar a SABESP (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) e os recorrentes aumentos nas tarifas de energia elétrica representam um preocupante retrocesso nas políticas públicas brasileiras, com graves consequências sociais e econômicas.


A Falácia da Eficiência Privada no Saneamento


A justificativa para a privatização da SABESP baseia-se no discurso da maior eficiência do setor privado. No entanto, essa narrativa ignora que:


· A SABESP é uma das maiores empresas de saneamento das Américas, com reconhecida expertise técnica

· O modelo público permitiu universalização significativa do acesso à água e esgoto no estado

· Lucros antes reinvestidos no sistema agora serão distribuídos a acionistas

· A regulação pós-privatização frequentemente falha em proteger o interesse público


Impactos Sociais da Mercantilização da Água


A privatização transforma um direito humano fundamental em commodity:


· Tendência histórica de aumento tarifário acima da inflação em empresas privatizadas

· Riscos de exclusão de comunidades pobres e periféricas

· Perda de transparência e controle social sobre decisões estratégicas

· Priorização de áreas lucrativas em detrimento de regiões com menor retorno financeiro


A Crise Energética e o Custo para a População


Os aumentos nas contas de luz agravam a crise do custo de vida:


· Reajustes tarifários que superam o poder aquisitivo das famílias

· Modelo de concessões que socializa prejuízos e privatiza lucros

· Insuficiência dos programas de desconto para população vulnerável

· Falta de investimentos adequados em matrizes energéticas acessíveis


Alternativas ao Modelo de Privatização


Em vez de privatizar, seria necessário:


· Fortalecer o controle social e a transparência nas empresas públicas

· Implementar tarifas progressivas que protejam o consumo básico

· Investir em eficiência operacional mantendo o caráter público

· Desenvolver modelos de gestão participativa com comunidades


Conclusão


A privatização da SABESP e os aumentos abusivos nas tarifas de energia refletem uma escolha política que privilegia o lucro de poucos em detrimento do bem-estar coletivo. A água e a energia são direitos fundamentais e bens públicos que devem permanecer sob controle social, com gestão transparente e orientada para o interesse da maioria da população, não para o retorno financeiro de acionistas. O Estado precisa cumprir seu papel constitucional de garantir o acesso a esses serviços essenciais com equidade e justiça social.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

"Por que os preços são tão altos no Mercadão de São Paulo?"



Olá! O Mercadão de São Paulo (Mercado Municipal Paulistano) é famoso pela variedade e qualidade dos produtos, mas também pelos preços elevados em muitos itens. Vou explicar os principais motivos:

1. Localização e Turismo

· O Mercadão é uma das maiores atrações turísticas da cidade. Como todo ponto turístico, os preços tendem a ser mais altos devido à alta demanda de visitantes (brasileiros e estrangeiros), que estão dispostos a pagar mais pela experiência.
· Fica no centro histórico, com alta valorização imobiliária e custos operacionais elevados.

2. Qualidade e Exclusividade

· Muitos produtos são de alta qualidade, especializados ou difíceis de encontrar em outros lugares (como frutas exóticas, queijos finos, cortes de carne nobres, especiarias importadas, etc.).
· Alguns itens são artesanais ou produzidos em pequena escala, o que encarece o preço.

3. Custos Operacionais

· Os permissionários (lojistas) pagam aluguéis altos pelo espaço dentro do Mercadão, e esses custos são repassados aos produtos.
· A manutenção do patrimônio histórico (o prédio é tombado) também impacta nos custos.

4. Imagem e Tradição

· O Mercadão tem mais de 90 anos de história e uma reputação consolidada. Muitos clientes estão dispostos a pagar mais pela tradição e confiança na origem dos produtos.
· É um local de compras para ocasiões especiais (como presentes, festas de fim de ano ou experiências gastronômicas).

5. Sazonalidade e Oferta

· Alguns produtos, especialmente frutas raras, têm oferta limitada e são mais perecíveis, o que eleva o preço.

Dicas para economizar no Mercadão:

· Compare preços: Nem tudo é caro! Produtos da estação ou alguns itens locais podem ter preços justos.
· Compre amostras ou porções menores: Experimente frutas cortadas ou pequenas quantidades.
· Evite os corredores mais turísticos: Preços podem variar entre boxes.
· Vá em dias/horários menos movimentados: Às vezes os lojistas fazem melhores ofertas.
· Aproveite para experimentar: O sanduíche de mortadela ou o pastel de bacalhau são clássicos com preços mais acessíveis.

Alternativas:

· Para compras do dia a dia, feiras de rua, sacolões ou mercados de bairro costumam ser mais baratos.
· Para produtos gourmet, há outros mercados especializados em São Paulo com preços possivelmente mais competitivos (ex: CEAGESP, feiras orgânicas, empórios).

Resumindo: você paga não apenas pelo produto, mas pela experiência, tradição e localização. É um lugar para conhecer, se presentear ou comprar algo especial, mas não necessariamente para fazer compras rotineiras com orçamento limitado. 😊

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

"É Assim que Acaba": Romantizando o Amor ou Romantizando o Abuso?

 O livro "É assim que acaba" (It Ends With Us) da autora Colleen Hoover gerou diversas discussões e polêmicas, especialmente após seu pico de popularidade no TikTok e em outras redes sociais. Abaixo, os principais fatos polêmicos associados à obra:


1. Romantização de relacionamentos abusivos


· Crítica central: Muitos leitores e críticos argumentam que o livro, apesar de abordar a violência doméstica, acaba por romantizar comportamentos tóxicos e abusivos do protagonista masculino, Ryle Kincaid. Cenas de controle, ciúmes excessivos e agressões são seguidas por reconciliações emocionais que podem passar a ideia de que o amor "cura" ou justifica o abuso.

· Defesa da autora: Colleen Hoover afirmou que escreveu a história justamente para mostrar a complexidade de sair de um relacionamento abusivo, baseando-se parcialmente na história de sua mãe. O prefácio e as notas da autora ressaltam que a intenção não era romantizar, mas sim retratar a dificuldade das vítimas em romper o ciclo.


2. O final e a mensagem


· O desfecho, em que a protagonista Lily escolhe se separar de Ryle, mas mantém uma conexão co-parental amigável, foi considerado por alguns como realista (mostrando que nem todos os agressores são "monstros" unidimensionais). No entanto, outros viram nisso uma normalização do convívio com o agressor, minimizando os riscos e traumas emocionais.


3. Representação inadequada de temas sensíveis


· Alguns leitores consideraram que a abordagem do abuso e do trauma foi simplificada ou insuficiente, especialmente em um livro classificado como romance. A mistura de elementos típicos de romances leves (como triângulos amorosos e cenas cômicas) com temas graves como violência doméstica e estupro conjugal gerou desconforto.


4. Cenas gráficas e gatilhos emocionais


· O livro contém cenas explícitas de violência física e emocional, além de referências a tentativa de estupro marital. Muitos leitores relataram que não estavam preparados para esse conteúdo, já que a divulgação nas redes sociais muitas vezes o apresentava como um "romance emocionante" sem alertas adequados sobre os temas sensíveis.


5. Marketing nas redes sociais (BookTok)


· A popularidade no TikTok (#BookTok) focou inicialmente em momentos românticos e dramáticos, sem destacar suficientemente o conteúdo pesado. Isso levou muitos jovens a lerem o livro esperando um romance convencional, e depois se depararam com cenas de violência doméstica sem aviso prévio.


6. Polêmica com a continuação ("It Starts With Us")


· A sequência, que acompanha o reencontro de Lily com seu primeiro amor, Atlas, foi criticada por alguns como um "final de conto de fadas" que poderia enfraquecer a mensagem original sobre as consequências duradouras do abuso. Outros, porém, celebraram o final mais esperançoso para a protagonista.


7. Adaptação para o cinema


· O anúncio da adaptação cinematográfica, com Blake Lively como Lily, também gerou debates sobre como as cenas de violência serão retratadas e se a história ganhará um tom mais comercial, distanciando-se da crítica social.


Conclusão:


A principal polêmica gira em torno do equilíbrio entre conscientização e entretenimento. Enquanto muitos defendem que o livro dá visibilidade a um tema difícil e mostra a realidade complexa das vítimas, outros acreditam que a narrativa pode, involuntariamente, normalizar padrões abusivos para um público mais jovem e impressionável. A discussão reflete um debate mais amplo sobre como a literatura popular deve abordar temas sensíveis.