Embora se diga que os marinheiros que retornavam do Pacífico Sul trouxeram essa tradição polinésia de volta para a Europa, há evidências de arte corporal na Grã-Bretanha já no século VI dentro da antiga cultura celta. Os membros do clã inscreviam sua pele com vários símbolos semelhantes a nós – usando um extrato de planta azul conhecido como pastel – como um emblema tribal. Na África e na América do Sul, também, as tatuagens são usadas há muito tempo como um distintivo de identidade.
Hoje, na Grã-Bretanha, as tatuagens continuam sendo um significante popular de lealdade, gosto e cultura. Na verdade, elas nunca foram tão prevalentes em nossa cultura ocidental. Agora temos vários gêneros para falar, e cada um cumpre uma função social importante. Entre as mais populares está a tatuagem de "parceiro". Com elas, uma pessoa inscreve permanentemente o nome de seu amante em um pedaço (geralmente muito visível) de sua carne. Uma maneira indelével de dizer "Eu sou seu", a tatuagem também pode servir como uma lembrança de momentos felizes, para ser apreciada quando o relacionamento tiver se rompido irreparavelmente. Depois, há símbolos asiáticos: chinês, japonês, nepalês - não importa, desde que a tatuagem (aparentemente) signifique "Om" ou "Tigre" e seja feita em uma praia na Tailândia - ou no Mercado de Camden. Elas gritam "experiência de vida".







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